ALOE VERA

 

DEFINIÇÃO

 

A Aloe Vera é uma espécie de planta suculenta do gênero Aloe que cresce selvagem em climas tropicais e é cultivada para usos agrícolas e medicinais, assim como para fins decorativos.

É usada ao redor do mundo em muitos produtos de consumo, incluindo alimentos, bebidas, suplementos vitamínicos, loções para a pele, cosméticos, detergentes, pomadas para queimaduras, bandagens, tecidos, calçados e acessórios.

 

A planta é suculenta, semelhante a um cacto, mas é sem caule, ou tem caule muito curto (de até 25cm de comprimento), com uma média de 20 folhas em uma roseta reta e densa. Crescendo até 50cm de comprimento e 7cm de largura, as folhas são bastante grossas e carnudas - por reter água -, côncavas no lado superior, de cor cinza-esverdeada, e algumas vezes avermelhada. A parte inferior da folha é convexa, com um aro rosa pálido que é vestido com dentes espinhosos de 2mm de comprimento espaçados a cada 10 ou 20mm. Uma única folha pode pesar até 2kg.

 

As raízes da Aloe são relativamente curtas e a planta multiplica-se por brotamento. Sua inflorescência é simples, com um racimo (cacho ou espiga) único ou duplo que cresce até 90cm. O cacho é denso, cilíndrico e estreito, e cresce em direção ao topo, podendo atingir até 40cm de comprimento. As flores tubulares têm cerca de 3cm de comprimento e são amarelas (Aloe Barbadensis Miller) ou vermelhas (Aloe Arborescens Miller).

 

Uma característica especial da planta é sua capacidade de armazenar água, manter a vida e se reproduzir mesmo em condições extremas de calor, vento e seca. Devido à sua camada externa robusta e seu sistema de veias internas com membranas, a Aloe Vera consegue manter sua umidade por longo tempo, sendo uma notável sobrevivente na natureza. A planta necessita de um mínimo de 320 dias de sol por ano, retira 98% dos nutrientes de que precisa do ar e não floresce quando há a aplicação de fertilizantes. As folhas podem ser colhidas depois de 3 a 4 anos de crescimento.

Cuidado! Nem tudo que parece aloe vera é realmente aloe vera e, sem saber, você pode estar colocando sua saúde em risco.

Muitas pessoas acreditam ter uma muda de Aloe Vera em seu quintal, mas estão enganadas. Não são raros os casos em que agaves, suculentas ou até cactus são confundidos com a aloe vera.

O uso tópico de algumas dessas plantas pode causar irritações e queimaduras na pele, enquanto sua a ingestão pode causar diarréias, vômitos, úlceras e complicações mais graves.

 Além disso, mesmo dentro do grande gênero das aloes, apenas três espécies são próprias para uso. 

ORIGEM

 

A origem da planta é desconhecida, mas acredita-se que suas raízes verdadeiras podem estar na região em torno da Cidade do Cabo, na África do Sul. 

 

Atualmente a espécie pode ser vista, crescendo selvagem ou cultivada, no Norte de África, do Egito ao Marrocos; na Ásia e no Oriente Médio. Ela também cresce na Índia, em todo o sul do Mediterrâneo, no Arquipélago da Madeira, nas Ilhas de Cabo Verde e nas Ilhas Canárias. Como foi introduzida posteriormente na América Central e na América do Sul, pode ser encontrada crescendo também nessas áreas, onde prospera em condições de forte aridez ou de terra seca que contenha argila e cal.

As principais áreas de cultivo são as Antilhas Holandesas, as áreas costeiras da Venezuela e as regiões subtropicais dos EUA e do México, onde é cultivada em grandes plantações. Os Estados Unidos da América são considerados por muitas entidades como o principal fornecedor mundial de gel de Aloe Vera, embora a maioria das áreas de cultivo pertencentes às empresas americanas estejam localizadas no México.

 

No Brasil, a Sorelle Indústria E Comércio é a maior produtora de Aloe Vera, com fazendas localizadas no interior da Bahia, onde a planta se desenvolve melhor por causa do clima seco.

COMPOSIÇÃO

 

Do mesmo modo que o corpo humano, que é formado em média por 70% de água, cada folha de Aloe Vera é composta por uma grande quantidade de líquido e uma pequena porção de outros elementos. A polpa crua da Aloe Vera contém aproximadamente 98,5% de água, enquanto a mucilagem ou gel tem cerca de 99,5% de água. O material restante consiste em uma variedade de compostos, incluindo vitaminas solúveis em água e solúveis em gordura, minerais, enzimas, polissacarídeos, compostos fenólicos e ácidos orgânicos. Nesses 0,5% a 1,5% de sólidos encontram-se todos os componentes que fazem dela uma planta tão incrível. "Um presente da natureza para os seres humanos", segundo a tradição indiana. Assim como é interessante saber que apenas 30% do que somos - a parte de nosso corpo que não é água - nos torna tão especiais, diferentes e únicos, também é espantoso descobrir que uma reduzida parte da Aloe Vera contenha tantas substâncias importantes.

Em seu artigo científico Composition and Applications of Aloe Vera Leaf Gel, publicado no jornal Molecules, Volume 13, Número 8, páginas 1599 a 1616, Josias Hamman, da Universidade de Tecnologia de Tshwane, apresenta em uma tabela os componentes químicos da Aloe Vera. Segundo ele, a Aloe Vera é composta por: 1) antronas e antraquinonas como aloe-emodina, ácido aloético, antranol, aloína A e B (coletivamente conhecidas como barbaloína), isobarbaloína, emodina, éster de ácido cinâmico; 2) carboidratos como manana, acemanana, glucomanano acetilado, glucogalactomanano, galactano, galactogalacturano, arabinogalactano, galactoglucoarabinomanano, substância péctica, xilano e celulose; 3) cromonas como 8-C-glucosil-(2'-O-cinamoil)-7-O-metilaloediol A, 8-C-glucosil-(S)-aloesol, 8-C-glucosil-7-O-metil-(S)-aloesol, 8-C-glucosil-7-O-metil-aloediol, 8-C-glucosil-noreugenina, isoaloeresina D, isorabaicromona, neoaloesina A; 4) enzimas como fosfatase alcalina, amilase, carboxipeptidase, catalase, ciclooxidase, ciclooxigenase, lipase, oxidase, fosfoenolpiruvato carboxilase e superóxido dismutase. 5) compostos inorgânicos como cálcio, cloro, cromo, cobre, ferro, magnésio, manganês, potássio, fósforo, sódio e zinco; 6) compostos orgânicos e lipídios diversos como ácido araquidônico, ácido gamalinolênico, esteróides (campesterol, colesterol, beta-sitosterol), triglicerídeos, triterpenóides, giberilina, ligninas, sorbato de potássio, ácido salicílico e ácido urônico; 7) aminoácidos essenciais e não-essenciais como alanina, arginina, ácido aspártico, ácido glutâmico, glicina, histidina, hidroxiprolina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, prolina, treonina, tirosina e valina; 8) proteínas como lectinas e substâncias semelhantes; 9) sacarídeos como manose, glicose, L-ramnose e aldopentose e; 10) vitaminas como B1, B2, B6, C, betacaroteno, colina, ácido fólico e alfa-tocoferol.

 

Alguns nomes que aparecem na relação acima são bem conhecidos como ferro e vitamina C, enquanto outros são mais complicados como 8-C-glucosil-(2'-O-cinamoil)-7-O-metilaloediol A e galactoglucoarabinomanano. Com palavras complicadas, essa lista dificilmente seria memorizada para uso no dia-a-dia. Assim, para entender os benefícios que a Aloe Vera pode oferecer, lembre-se apenas dos seis indicadores, listados com base neste e em outros artigos, que resumem muito bem a composição da planta: 19 aminoácidos, 15 enzimas, 20 minerais, 75 nutrientes, 200 princípios ativos e 12 vitaminas. 

 

PROPRIEDADES

Estudos tem sido realizados por diferentes pesquisadores e em diversos lugares do mundo para se conhecer as propriedades da Aloe Vera, e o que se sabe até agora é que ela é: a) analgésica, porque possui princípios ativos que penetram até os planos mais profundos da pele, bloqueando temporariamente os receptores da dor; b) antibiótica, porque possui capacidades bacteriostática, bactericida e fungicida, que ajudam a eliminar bactérias causadoras de infecções do organismo; c) anti-inflamatória, porque possui ação similar à dos esteróides, como a cortisona, mas sem apresentar os tão indesejados efeitos colaterais; d) antioxidadnte, porque contém 12 vitaminas, incluindo uma alta concentração de Vitamina C, que fortalecem os sistemas imunológico e cardiovascular; e) cicatrizante, porque contém ligninas e polissacarídeos, que penetram em todas as camadas da pele, reparando os tecidos de dentro para fora e acelerando a cicatrização; f) coagulante, porque estimula a formação de uma rede de fibras sobre as lesões que, segurando as plaquetas no local, auxiliam na coagulação do sangue; g) desintoxicante, porque contém ácido urônico, que facilita a eliminação de toxinas, estimula as funções hepática e renal, desintoxicando o corpo; h) digestiva, porque possui muitas enzimas necessárias para o processamento e o bom aproveitamento dos carboidratos, das gorduras e das proteínas; i) hidratante, porque tem componentes que lhe conferem um enorme poder de hidratação, sendo capaz de atingir até mesmo as camadas mais profundas da pele; j) nutritiva, porque possui 75 substâncias extremamente necessárias para a manutenção do metabolismo e essenciais para a vida; k) queratolítica, porque age sobre os tecidos da pele fazendo com que as células velhas e danificadas sejam mais rapidamente substituídas por células novas; l) regeneradora, porque possui um hormônio capaz de acelerar a formação e o desenvolvimento de novas células, regenerando os tecidos em menor tempo. A combinação dessas propriedades, raramente encontrada em outras plantas, permite que a Aloe Vera proporcione excelentes resultados em suas diferentes aplicações de uso. 

 

HISTÓRIA

A Aloe Vera na história antiga 

Existem diversas evidências científicas modernas acerca da eficácia e da segurança dos extratos de Aloe Vera, quer para fins cosméticos, quer para fins medicinais. Mas também existem aqueles que criticam o uso da planta, alegando falta de informações a seu favor. Estes ignoram as muitas referências históricas ao uso da planta, que podem ser encontradas nos mais variados documentos, em todo o planeta.

O Brasil é um dos poucos países do mundo onde a adição de Aloe Vera em produtos de uso oral é proibida. Enquanto nos países desenvolvidos da América do Norte, da Europa, da Oceania e da Ásia a ingestão de Aloe Vera é permitida e incentivada, através do consumo de sucos, cápsulas, farinhas, iogurtes e até em pedaços cristalizados do filé das folhas, no Brasil apenas o uso tópico em cosméticos, pomadas, loções e cremes é liberado. Isso ocorre, segundo alguns, porque faltam estudos em português sobre a planta e seus benefícios.

Os primeiros relatórios escritos conhecidos sobre as propriedades nutritivas do suco de Aloe Vera datam de 6.000 anos atrás, no antigo Egito. Conhecida como a planta da saúde e da beleza, ela teria sido utilizada por Cleópatra e Nefertiti nos seus cuidados diários para conservar o encanto e a sensualidade da pele.

Blocos de argila documentando o uso da Aloe Vera foram produzidos na cidade de Nippur, na Mesopotâmia, por volta de 2.200ac, onde a planta era considerada divina. As capacidades anti-inflamatória e analgésica da Aloe Vera foram descritas pelos egípcios por volta do ano de 1.550ac nos registros que viriam a se tornar "o mais antigo e importante tratado médico conhecido", o Papiro Ebers. Nele também foram encontradas doze fórmulas que combinam a Aloe Vera com outras substâncias para o tratamento de males internos e externos.

No Oriente Médio, entre os anos de 971 e 931ac, a Aloe Vera foi cultivada e utilizada no reino do Rei Salomão, que valorizou-a a ponto de registrar seu uso no Salmo 45, verso 8, onde se lê: “Todas as suas roupas são perfumadas com mirra, aloes e cassia”. Aproximadamente em 330ac, o filósofo Aristóteles teria aconselhado Alexandre, o Grande, a invadir a ilha de Socotra, perto da costa leste africana, para que seu exército pudesse ter acesso à reservas de Aloe Vera, com a finalidade de curar seus ferimentos. Após isso, todos os batalhões de Alexandre passariam a transportar seu próprio suprimento fresco de Aloe Vera aos campos de batalha, utilizando carroças onde as plantas eram cultivadas.

A utilização de 34 quilos de Aloe Vera na preparação do corpo de Jesus para o sepultamento foi registrada no Evangelho de João, capítulo 19, verso 39. A planta também é citada pelo oficial romano Gaio Plínio II, conhecido como Plínio, o Velho. O naturalista do século I, autor da enciclopédia "História Natural", descreveu as virtudes da Aloe Vera para o tratamento de feridas em pacientes com lepra, como um remédio natural para uso em contusões, para eliminar o suor e para consumo como tônico.

Por volta do ano 50dc, durante o reinado do Imperador Nero, o médico, naturalista e autor romano Pedânio Dioscórides viajou por todo o Oriente em busca de novos métodos de medicação.  Ele escreveu diversos livros sobre farmacologia, incluindo sua obra científica mais famosa: “De Materia Medica”, pela qual ele foi considerado o fundador da farmacognosia, a parte da farmacologia que estuda as drogas e substâncias medicinais em seu estado natural, antes de serem manipuladas. Em seus extensos capítulos sobre os efeitos positivos da terapia com plantas, ele descreve a Aloe Vera como uma de suas plantas curativas favoritas, recomendando seu uso para tratamento de inúmeros distúrbios físicos, como feridas, desconfortos gastrointestinais, gengivite, artralgia, irritação da pele, queimaduras solares, acne e perda de cabelo, entre outros.

Na cultura chinesa, a Aloe Vera tem sido utilizada para tratamentos médicos desde os tempos de Marco Polo. O guia de tratamentos de Shi-Shen descreve a Aloe Vera como "O Método da Harmonia". Da mesma forma, há séculos os japoneses creditam à Aloe Vera grandes propriedades curativas, conferindo-lhe o título de "Planta Real". Em sânscrito, a Aloe Vera era conhecida como Ghrit-Kumari e acreditava-se que ela fornecia a energia da juventude às mulheres.

Na medicina ayurvédica indiana, a Aloe Vera é utilizada nas mais diversas e variadas aplicações, tais como remédios rejuvenescedores, para problemas de menopausa e para estabilizar o sistema cardiovascular. A Aloe Vera é considerada pelos indianos como uma das poucas plantas capazes de restaurar o equilíbrio entre os três doshas do organismo: pitta, kapha e vata. Já na Idade Média, por volta do ano 1.100dc, Hildegard de Bingen, uma monja beneditina, descreveu a Aloe Vera como uma forma de cura para a icterícia, as infecções gástricas e a enxaqueca, além das cáries e úlceras.

Cristóvão Colombo era conhecido por ter plantas de Aloe Vera crescendo em vasos nos navios de sua armada, a fim de usá-las para curar as feridas de seus mercenários. Durante o século 16, os monges jesuítas espanhóis que vieram para a América colhiam a babosa selvagem, e eram conhecidos por espalhar a planta em áreas onde ela ainda não havia sido cultivada.

Os Maias teriam batizado o suco de babosa como "A Fonte da Juventude". Diversas tribos indígenas, estabelecidas desde a América do Norte até a América do Sul, se familiarizaram com as propriedades medicinais da planta. A Aloe Vera foi uma das 16 plantas consideradas sagradas por essas tribos e adoradas com status de divindade. O suco de Aloe Vera diluído que os índios aplicavam em sua pele funcionou como um eficiente repelente de insetos, protegendo-os em suas marchas exaustivas através das áreas de pântanos ou florestas, mantendo sua pele hidratada e acelerando sua cicatrização.

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A Aloe Vera na história recente 

Relatos do cultivo e do uso da Aloe Vera também se fazem presentes na história recente, com ainda maior poder de persuasão, considerando-se as melho­res condições de armazenamento e distribuição dos documentos, a forma mais precisa com que os registros foram elabora­dos e o uso da correta metodologia científica empregado nas pesquisas.


Josefina de Beauharnais, a primeira esposa de Napoleão Bonaparte, Imperatriz da França entre 1804 e 1810, e Rainha da Itália entre 1805 e 1809, teria utilizado uma mistura de Aloe Vera e leite para manter-se jovem e atraente.


Sebastian Kneipp, um sacerdote católico alemão e defensor do naturismo nascido em 1821, se de­dicou ao estudo e promoção da hidroterapia. Foi diretor das termas de Bad Wörishofen e criador da Terapia Kneipp, uma estratégia hidrotera­pêutica e dietética ainda em uso. Grande admi­rador da Aloe Vera, tanto na forma de gel quanto na forma de pó, Kneipp estava extrema­mente convencido do efeito purificador e desin­toxicante que a planta exercia sobre o sistema digestivo e o sistema imunológico. É relatado que Kneipp obte­ve grande sucesso ao aplicar a Aloe Vera em ca­sos de doenças infecciosas e de­generativas dos olhos.


Dos dois papiros egípcios escritos por volta de 1550ac e encontrados entre os restos de uma múmia em um túmulo próximo a Tebas, um foi vendido em 1872 pelo colecionador estaduni­dense Edwin Smith ao egiptólogo alemão Georg Ebers, que descobriu nele as propriedades da Aloe Vera e passou a divulgá-las em todo o mun­do. O Papiro Ebers, como é chamado, está em exi­bição na biblioteca da Universidade de Leipzig, na Alemanha.


Já em 1935, C. E. Collins e Creston Collins publi­caram nos Estados Unidos Da América o primeiro artigo sobre o uso da folha de Aloe Vera em casos de radiodermatite. O interesse dos dois pelo uso terapêutico da Aloe Vera teria surgido após teste­munharem membros da tribo indígena Seminole utilizando a folha da planta no tratamento de queimaduras.


Dez anos mais tarde, no Japão de 1945, arrasado pelas bombas atômicas, os melhores resultados ob­tidos no tratamento das, até então desconhe­cidas, queimaduras causadas pela radioatividade foram conseguidos com a aplicação tópica de Aloe Vera nos sobreviventes da catástrofe.

Em 1953, os Estados Unidos realiza­ram seus próprios testes científicos sob a super­visão da Comissão Americana de Energia Atômica para determinar o melhor tratamento para curar queimaduras resultantes da exposição à radia­ção. Novamente os melhores resultados foram conseguidos com o uso da Aloe Vera.

No ano de 2011, o Jornal da Sociedade Indiana de Perio­dontologia (JISP) publicou um artigo científico afir­mando que o gel da Aloe Vera pro­duz melhoras na condição dos tecidos das gengi­vas e nos teci­dos que envolvem os dentes, po­dendo, portanto, ser utilizado no tratamento de inflamações da ca­vidade bucal.


Em 2015, o Centro Nacional de Informações Bio­tecnológicas (NCBI), uma divisão da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos da América (USNLM), publicou um estudo realizado no Japão no qual se confirma que: 1) o uso diário de Aloe Vera reduziu de modo significativo as rugas faciais em mulheres com idade acima dos 40 anos e, 2) os esteróis de Aloe Vera estimulam a produção de colágeno e de ácido hialurônico pe­los fibroblastos dérmicos humanos.

Atualmente a Aloe Vera é uma das poucas plantas consideradas medicinais com grande aceitação em todas as culturas ocidentais modernas, e a produção de extratos de Aloe Vera movimenta um dos maiores mercados de botânicos do mundo todo.